A atração cultural destacaram-se no estudo de sustentabilidade da Universidade de Lausanne, conquistando o segundo lugar entre 206 instituições culturais globais, atrás apenas da Ópera de Sydney. O estudo avaliou critérios ambientais, como contribuição à biodiversidade e combate às mudanças climáticas, e sociais, como diversidade, inclusão e aprendizado. A organização foi a mais bem avaliada entre as britânicas no top 10, mas preferiu focar na análise interna de suas práticas sustentáveis.

A oficial de sustentabilidade Charlotte Gardiner explica que o compromisso vai além de ações isoladas, abrangendo todos os departamentos da instituição. Um plano organizacional integrado, monitorado por um grupo de gestão que se reúne trimestralmente, orienta os esforços para reduzir emissões, proteger a coleção e inspirar comunidades. Esses esforços incluem estratégias para reduzir plásticos, otimizar transporte e realizar exposições temáticas que conectam sustentabilidade ao público.
Gardiner destaca a importância de envolver toda a equipe na transformação sustentável, mesmo quando isso não faz parte de suas funções formais. Ela trabalha para promover mudanças de comportamento, abordando barreiras e facilitando práticas sustentáveis, como gestão de resíduos e alternativas de transporte.

Os planos futuros incluem iniciativas inovadoras, como um centro de armazenamento acessível ao público e ambientalmente eficiente, e a reforma de uma galeria com sustentabilidade como prioridade. O novo espaço, The Art Works, será o maior edifício no Reino Unido a atender ao padrão Passive House, com soluções como vidros triplos e painéis solares para minimizar emissões. Além disso, o projeto integrará armazenamento, conservação e espaços comunitários no contexto da regeneração urbana sustentável em Edimburgo.