A Fórmula 1 iniciou a temporada de 2025 reforçando seu compromisso com a sustentabilidade, destacando avanços feitos ao longo de 2024. A categoria investiu significativamente em Combustível Sustentável de Aviação (SAF), reduzindo em mais de 8.000 toneladas as emissões de CO₂ nos voos fretados para as corridas. Além disso, aprimorou a logística global para minimizar deslocamentos desnecessários, como a mudança do GP do Japão para abril e o reposicionamento do GP do Canadá a partir de 2026, eliminando travessias transatlânticas adicionais.

As iniciativas para energia limpa também avançaram, com o uso de fontes renováveis como óleo vegetal hidrotratado (HVO), biocombustíveis, painéis solares e baterias em eventos como os GPs da Áustria, Hungria e Itália. Em 2025, a Fórmula 1 expandirá esse programa para os circuitos europeus, reduzindo em mais de 90% as emissões de carbono em áreas-chave, como o paddock e a linha dos boxes.
No setor de combustíveis, os carros da F2 e F3 operaram com 55% de combustível sustentável em 2024, enquanto os carros médicos e de segurança usaram 40%. Em 2025, as categorias de base migrarão para 100% de combustível sustentável, preparando o terreno para a adoção da tecnologia pelos carros de F1 em 2026, dentro do novo regulamento de motores híbridos. Essa inovação promete impacto global, já que o combustível será compatível com veículos comuns sem necessidade de modificação.

A sustentabilidade também esteve presente nos pneus, com todos os carros da F1 utilizando compostos aprovados pelo FSC, garantindo que a borracha natural atenda a padrões rigorosos de manejo sustentável das florestas. Além disso, 80% dos promotores dos eventos utilizaram fontes alternativas de energia, como tarifas verdes e biocombustíveis, enquanto mais de 90% ofereceram opções de transporte sustentável para os torcedores.